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desafio ativo

CCO
do Futuro

CCO
do Futuro

CCO
do Futuro

Operações Rodoviárias Sem Fricção

status

crítico

4 participantes

4 participantes

recrutados

Requisito do desafio

People-first

Future-proof

AI-driven

Mentores

João Moura

João Moura

Head de Tecnologia

Einstein Torres

Einstein Torres

CFO & Especialista em IA

Dante Freitas

Dante Freitas

Founder - GZero

Renan Hannouche

Renan Hannouche

Founder - GZero

Davy Mota

Davy Mota

Davy Mota

Head of Design

Lelec

Lelec

CDO

Gabriel Albuquerque

Gabriel Albuquerque

CEO Loomi

Skills Necessárias

Skills Necessárias

Control Center Operations Design

Computer Vision for Incident Detection

Real-Time Event Processing

Complex Event Orchestration

AI Product Management

MLOps and Model Monitoring

NLP for Natural Interaction

Speech-to-Text and Voice Interfaces

Human in the Loop Decision Design

Incident and Crisis Management

Automation and Workflow Design

Systems Integration and APIs

Operational Analytics

Reliability and Safety Engineering

User-Centered Operations UX

Change Management

Field Workforce Enablement

Data Governance and Quality

Predictive Analytics

Operational Risk Management

A missão

Contexto

O Centro de Controle Operacional (CCO) é o “cérebro” das operações rodoviárias, responsável por monitorar em tempo real segurança, fluidez e resposta a incidentes a partir de um ecossistema digital de câmeras, sensores e sistemas de detecção. Com a centralização de múltiplas concessões em um único CCO e a rápida expansão dessa infraestrutura, o modelo tradicional — baseado em atenção humana contínua — deixa de ser escalável. O volume de dados cresce mais rápido do que a capacidade de interpretação manual, exigindo uma mudança estrutural na forma de operar.

Problema

A operação atual esbarra em dois limites principais: (1) monitorar “tudo, o tempo todo” não escala, pois o CCO lida com mais de 2.500 câmeras e milhares de eventos por dia, tornando o monitoramento humano contínuo inviável e sobrecarregando operadores com tarefas repetitivas. Além disso, soluções tradicionais de DAI ainda dependem de validação visual e abertura manual de eventos, o que mantém gargalos justamente no que deveria ser automatizado. (2) a abertura de eventos em campo segue lenta e arriscada, exigindo digitação detalhada em pista, elevando tempo operacional, afetando SLAs e aumentando o risco ao colaborador.

Desafio

Construir um CCO AI-driven que automatize a detecção, classificação e tratamento inicial de incidentes, mantendo o humano focado em decisões críticas. Eliminar fricção na abertura de eventos em campo, reduzindo esforço operacional e risco ao colaborador sem perder qualidade de registro.

OKR

Objetivo (O)

Transformar o Centro de Controle Operacional em um sistema inteligente, proativo e autônomo, capaz de antecipar incidentes, orquestrar respostas em tempo real e escalar a operação rodoviária com segurança, fluidez e eficiência superior.

Resultados-Chave (KRs)

KR1. Automatizar a identificação, classificação e abertura de 80% dos incidentes sem intervenção humana direta.

KR2. Reduzir em 60% o tempo médio de resposta a incidentes críticos, do primeiro sinal à ativação do plano de ação.

KR3. Diminuir em 70% o volume de monitoramento humano contínuo de câmeras, direcionando operadores para gestão de exceções e decisões críticas.

KR4. Permitir que 90% dos eventos em campo sejam abertos por interação natural (voz ou texto), sem digitação manual em pista.

KR5. Aumentar para 95% a acurácia na classificação automática de incidentes (objeto, animal, veículo parado, etc.).

KR6. Operar múltiplas concessões a partir de um único CCO sem crescimento proporcional de headcount, mantendo ou elevando SLAs.

KR7. Evoluir o CCO de um centro reativo para um ambiente preditivo, capaz de antecipar riscos operacionais com base em padrões históricos e contexto em tempo real.

Leia o desafio na íntegra